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Emoções, Ziggy e Big Me: três ferramentas para ajudar as crianças a crescer

Crescer é feito de pequenas conquistas. Aprender a reconhecer o que sentimos, ultrapassar um medo ou conseguir vestir uma peça de roupa sozinho são gestos simples para um adulto, mas grandes passos para uma criança. Foi a pensar nestes momentos do dia a dia que a Zippy criou diferentes iniciativas que acompanham o crescimento infantil.

Entre elas estão Emoções, Ziggy e Big Me, três ferramentas com objetivos diferentes, mas que partilham uma mesma ideia: ajudar as crianças a conhecerem-se melhor, a sentirem-se seguras e a conquistarem autonomia.

EMOÇÕES: aprender a reconhecer o que sentimos

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Nem sempre é fácil para uma criança explicar porque está triste, zangada ou assustada. Antes de conseguir falar sobre uma emoção, precisa primeiro de aprender a reconhecê-la. 

A iniciativa Emoções  da Zippy recorre a seis personagens, os Monstros das Emoções, cada um associado a uma emoção: medo, felicidade, raiva, vergonha, calma e tristeza. Através destas personagens e de diferentes ferramentas, como jogos, pulseiras, tatuagens e atividades, torna-se mais simples para as crianças identificar e partilhar aquilo que sentem.

A ideia não é ensinar a evitar emoções menos agradáveis, mas mostrar que todas fazem parte da vida e que podemos aprender a lidar com elas.  

Uma forma simples de levar este conceito para casa é criar pequenos momentos de conversa no dia a dia. Perguntar “como te sentes hoje?” e incentivar a criança a explicar porquê pode ser suficiente para começar.

Dica da Sorrialista: uma vez por dia, cada elemento da família pode escolher uma emoção que sentiu. É uma forma simples de mostrar às crianças que os adultos também sentem medo, tristeza, raiva ou ansiedade. 

ZIGGY: um amigo para a hora de dormir

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A hora de dormir pode ser um desafio para muitas famílias. É o momento de deixar para trás um dia cheio de estímulos e, para algumas crianças, também significa enfrentar medos ou a separação dos pais.

O  Ziggy  é um pequeno cão de peluche integrado nas mangas dos pijamas da Zippy e foi pensado como um companheiro reconfortante para este momento. Pode ser abraçado e tocado, ajudando a criar uma sensação de segurança e conforto enquanto a criança se prepara para dormir.

Mais do que um simples amigo, o Ziggy é apresentado pela Zippy como uma ferramenta emocional, que pode ajudar na segurança afetiva, na autorregulação e na transição para o sono.

A sua presença pode fazer parte de uma rotina tranquila, acompanhada por uma história, um abraço e alguns minutos para conversar sobre o dia.

Dica da Sorrialista: falar sobre os medos quando a criança está tranquila, e não apenas quando eles aparecem, ajuda a criar espaço para que consiga expressá-los e perceber que pode contar connosco.

BIG ME: dar espaço para dizer “eu consigo” 

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A autonomia constrói-se através de pequenas tarefas. Vestir uma camisola, apertar um botão ou calçar os próprios sapatos podem parecer coisas banais, mas são oportunidades importantes para uma criança desenvolver confiança.

O Big Me é uma filosofia da Zippy que procura incentivar essa autonomia através do próprio design das roupas e do calçado. Pequenos detalhes tornam as tarefas mais intuitivas para as crianças, como sistemas de aperto mais simples, linhas que ajudam a perceber por onde começar a abotoar ou desenhos nas palmilhas que ajudam a distinguir o pé direito do esquerdo.

O objetivo é simples: dar à criança ferramentas que lhe permitam tentar fazer sozinha.

E tentar significa também poder errar. Vestir a camisola do avesso, trocar os sapatos ou demorar mais tempo faz parte da aprendizagem. O importante é criar oportunidades para experimentar e descobrir que é capaz.

Dica da Sorrialista: quando a criança quiser fazer algo sozinha, dar-lhe tempo para tentar antes de ajudar. Às vezes, a melhor ajuda que podemos dar é simplesmente não fazer por ela.

Três ferramentas, uma mesma ideia

Emoções ajuda a criança a perceber o que sente.

Ziggy ajuda-a a encontrar segurança e conforto.

Big Me incentiva-a a descobrir aquilo que já consegue fazer sozinha.

No fundo, são três formas diferentes de acompanhar uma criança enquanto cresce. Porque educar também é saber quando intervir e quando dar espaço.

E talvez uma das maiores conquistas da infância seja precisamente esta: perceber que podemos sentir todas as emoções, procurar conforto quando precisamos e, aos poucos, descobrir que somos capazes de fazer sozinhos.

Até chegarmos àquela pequena, mas tão importante frase:

“Eu sou capaz.” 💛